"I got ice in in my veins, blood in my eyes hate in my heart, love in my mind. I search but never find, hurt but never cry. It's worse, better times seem further and beyond. The top gets higher the more that I climb. Tryna get into where I fit in, no room All the bullshit, it made me strong".
“— Quem era ela?
— Ela?
— Ela. A ela que não sou eu e ainda assim é sua. Que ri das suas piadas sem graça e que te dá beijos no pescoço. Que sente ciúmes quando você pára para conversar com estranhas em ruelas escuras. Que você promete que vai encontrar mais tarde. A ela que tem certeza de você. A ela que não sou eu.
— Minha namorada.
— Sua namorada?
— Minha namorada.
— Então você a ama?
— Ela é simpática. Gosta de mim.
Alícia riu.
— Por que você não me contou?
— Porque eu não queria superar você. Até hoje.
— E você quer me superar? Superar o que? Superar quem? Não tem nada a superar… Aparentemente não fui nada na sua vida e…
— Você consegue interpretar algo meu sem drama, Alícia? Você foi tudo em minha vida. Mas você não confia em mim. Nunca confiou. Se eu saía na rua com uma amiga, era “quem é aquela com quem você acabou de passar a noite com?”. A gente brigava o tempo todo… O tempo todo. E eu nunca fui bom pra você, Alícia. Nunca deixei de te dar motivos para desconfiar de mim. Sempre o conquistador de garotas. Sempre o animador de festas, sempre o requisitado de todos os lugares. Sempre o quase-pai dos bebês alheios. Sempre grosso, sempre desmerecendo todos os seus esforços para permanecer comigo. Sempre chegando bêbado na sua casa depois das três da manhã pedindo para que você deixasse eu te comer. Sei muito bem que fiz você pensar que eu não lembrava disso, mas essa memória me martirizou muito tempo. Me fez lembrar de todas as vezes que você sorriu pra mim quando eu só te dei motivos para chorar. Me fez lembrar todos os abraços de consolo quando eu fazia alguma merda irreparável. De todas as vezes que eu te trai, e você se preocupou mais com a minha saúde do que com você mesma. Você é boa demais pra eu te amar, Alícia. Por mais cheia de defeitos que você seja… Irritante, teimosa, chata, ciumenta, implicona… Você é boa, eu sou ruim. E hoje eu acordei pensando em te superar por isso. (…) Mas parece que todas as vezes que tento ir para longe, você me traz para perto…” — Meu Amor Ainda Vai Me Engolir,Letícia Sales. (via the-puzzle)
“Ai você faz lá as suas merdas, e deixa a garota por qual você lutou pra ter, ir embora. Olha ao seu redor. O que faz sentido? Uma tequila e duas vodkas? Ou então dois cigarros e uma taça de vinho? Caralho. Vai mesmo deixar a mulher da tua vida passar assim de bandeja? Não vai fazer nada para que ela fique? Ela está indo embora, e não volta. Ela não vai voltar. Me diz, o que faz sentido quando você acorda? Não me diga que são os passarinhos cantando na janela do seu quarto. Vai dizer que você não se sentia feliz ao ver o sorriso dela pela manhã? Vai dizer que o sorriso dela não era o mais bonito que você já viu na vida? Porra. Acorda. Tem muito marmanjo por aí, querendo a garota que te ama. E você aí, deixando ela passar, deixando ela ir embora, deixando ela tomar outro rumo. Pra quem você vai ligar ás 00h00 e dizer, “faz um pedido?” Pra quem? Pra pizzaria é que não é. Quem vai te fazer feliz?Essas garotas “Corrimão de quartel” que você encontra nessas baladas que você vai? Ou uma loira bem gostosa que fica sempre sentada em frente um bar, procurando um otário pra pagar a conta? Te garanto que feliz ela não vai te fazer, porque a tua felicidade era outra coisa. Tinha outro nome. Outro sorriso. Outro cheiro. A tua felicidade, era tua. E você vai lembrar que não é mais, você vai lembrar que a tua felicidade já arrumou outra felicidade. Quando você for atrás daquela garota chata, grudenta, que te telefonava de 15 em 15 minutos, que tinha ciúmes doentios de você, ela vai ter outro. E aí você perdeu. Você nunca vai se perdoar por ter perdido ela. Você vai bater com a cabeça na parede e perguntar “porque?” E não vai ter resposta. Você vai bater na porta dela. E sabe quem vai atender? O outro. E você vai dizer “Cadê ela?” e ela vai responder. “Aquela otária de uns meses atrás? Foi embora.” E você, vai se jogar aos pés dela. Se jogar. Quem diria né? Um cara tão cabeça feita como você, rastejando por mulher. E você sabe que ela vai fazer? Rir da tua cara. Porque mulher é assim. Quando ama, ama pra caralho! Mas quando quer te foder… Fode a tua vida inteira. E sabe o que você vai dizer depois disso tudo? “Perdi a mulher da minha vida” É, você perdeu.” — Matheus Oliveira (via negatividade)
“E eu, com essa estúpida ideia de achar que não necessito de ninguém, de que sou independente, me vi dependendo de você.” — Carlos A. (via negatividade)